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Primeiros Socorros e Suporte Psicossocial

Previsão de Início

Inscrições abertas

Duração

25 horas

Horário

Pós-laboral

Modalidade

Presencial

Público-Alvo

Adultos, idade igual ou superior a 18 anos, com habilitação escolar igual ou superior ao 9º ano de escolaridade.

Competências que vai desenvolver

A UC04168 – Atuar em situações de emergência em intervenção social e comunitária prepara-o para responder a crises que afetam populações vulneráveis no seu território, indo além do socorro técnico para incluir o apoio humano e logístico. Ao longo da formação, vai aprender os princípios de Proteção Civil, incluindo o enquadramento legal, a cadeia de socorro e as entidades oficiais de emergência. Dominará a avaliação de riscos comunitários, identificando perigos como cheias, sismos ou incêndios, e saberá aplicar primeiros socorros psicológicos – técnicas para acalmar vítimas, lidar com o pânico e prevenir traumas agudos. Aprenderá ainda a gerir abrigos de emergência, desde a organização logística até ao apoio psicossocial a desalojados, bem como a trabalhar em rede com câmaras municipais, IPSS e forças de segurança.

Quanto às oportunidades de trabalho, esta UC é particularmente relevante para profissionais da área social e comunitária que atuam em contextos de crise ou catástrofe. Poderá exercer como técnico de intervenção social em câmaras municipais, juntas de freguesia ou IPSS, integrando equipas de resposta a emergências comunitárias. Será também valorizado em funções como animador sociocultural, mediador comunitário ou assistente de Proteção Civil, bem como em equipas de voluntariado organizado (ex.: Cruz Vermelha, Amigos da Proteção Civil). Em situações de desastre, poderá coordenar abrigos temporários ou assegurar a ligação entre as vítimas e os recursos de apoio social e psicológico.

Em resumo, esta UC capacita-o para ser um elo essencial entre as populações afetadas e os sistemas oficiais de emergência, numa lógica de proximidade e resiliência comunitária. Num contexto de aumento de fenómenos climáticos extremos e de vulnerabilidade social, os profissionais com estas competências são cada vez mais procurados por autarquias, associações e serviços de ação social, onde conseguem fazer a diferença não apenas na sobrevivência física, mas também na recuperação emocional e social das comunidades.

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